Posts de Janeiro, 2008

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Keira Knightley Eternamente Romântica

Janeiro 28, 2008

Em mais um filme de época, a atriz encarna uma heroína sofrida, performance que lhe valeu indicação ao Globo de Ouro deste ano

Mais do que estatuetas, a inglesa Keira Knightley, 22 anos, merece um prêmio pela coragem com que encara perguntas constrangedoras em entrevistas. Durante o Festival de Veneza de 2007, que serviu de plataforma para o lançamento mundial de Desejo e Reparação, filme que estrela e estréia sexta-feira (11/1), a atriz foi confrontada sobre sua magreza situação que invariavelmente se repete em qualquer coletiva de imprensa que participe.

Toda vez que escuta uma pergunta sobre esse assunto, Keira que ganhou popularidade mundial com a fabulosa trilogia cinematográfica Piratas do Caribe (que acumulou mais de 2,6 bilhões de dólares de bilheteria) não titubeia. “É realmente frustrante que me questionem sobre minha aparência física ou o meu peso, quando estou disposta a falar de um filme tão inteligente”, reagiu a atriz na Itália, sem dar explicações ou satisfações, quando inquirida sobre seu corpo nitidamente esquálido.

Na entrevista a seguir, concedida durante o festival de cinema italiano, o mais novo rosto do perfume Coco Mademoiselle, da maison Chanel, namorada do também ator Rupert Friend, 26 (que conheceu quando rodou o filme Orgulho e Preconceito, em 2005), revela-se uma jovem ainda atordoada com o sucesso repentino, mas que não se deixa impressionar pelas listas de mais belas ou mais sensuais (nem das mais esqueléticas) da mídia especializada em celebridades. E, apesar de aparecer com vestidos glamorosos nos tapetes vermelhos do mundo do cinema, confessa um certo desdém em relação ao circuito fashion. “Não me interesso particularmente por moda”, diz a inglesa, que concorre ao Globo de Ouro deste ano por sua performance no novo filme do diretor inglês Joe Wright, 35.

Desejo e Reparação é o seu segundo filme de época em dois anos. Isso sem contar a trilogia Piratas do Caribe. O que vê de tão especial nesse tipo de filme?
Não é uma coisa planejada. Mas realmente gosto de fazer filmes de época, porque adoro fantasia e é mais fácil mergulhar em um outro mundo, uma outra época, quando se é removida completamente da realidade em que vivemos. Em contrapartida, esse tipo de filme exige mais pesquisas sobre o período em que a história se passa.

Fez algum tipo de pesquisa para este filme?
Existe um livro chamado Reparação, de Ian McEwan, no qual o longa foi baseado, sabia? (risos) Brincadeira! Além do livro de McEwan, eu li A Grã-Bretanha de 1939 a 1945, que descreve em pormenores como era a vida na Inglaterra naquela época. Aliás, é um livro maravilhoso. Também assistimos a vários filmes do David Lean. A primeira coisa que me deixou bastante animada com esse projeto foi saber que Joe (Wright, diretor) queria usar o estilo de interpretação dos anos 40, o que a gente não vê com freqüência nos dias de hoje.

Cecilia Tallis, sua personagem, é extremamente romântica, assim como eram suas outras personagens nos filmes de época que fez. Tais papéis refletem em sua personalidade ou são um reflexo dela?
Eles me afetam muito pouco. Temos de ser realistas no caso de papéis femininos no cinema: os grandes personagens masculinos ainda predominam. A maioria dos papéis femininos, principalmente de mulheres românticas, serve de objeto do interesse amoroso do protagonista da história! De vez em quando encontramos personagens maravilhosos como Cecilia, que tem algo totalmente diferente de outros personagens românticos.

O sucesso ainda te assusta?
Claro que sim! A gente nunca sabe se um filme vai funcionar ou não. Não há uma fórmula para isso. Envolve muita sorte. Por exemplo, todo mundo ria na minha cara quando eu dizia que ia fazer Piratas do Caribe, um filme inspirado em um brinquedo do parque temático da Disney. Era constrangedor, mas eu acabei fazendo porque não tinha outras ofertas em vista na época. E o filme surpreendeu. O mesmo aconteceu com Orgulho e Preconceito. Todo mundo dizia para eu não fazer, porque ninguém iria ver mais uma versão do romance da Jane Austen, que a versão da (TV) BBC tinha sido fantástica e ninguém ia querer saber de outra tão cedo. E, de novo, tivemos uma nova surpresa.

Como encara o assédio nas ruas?
Já demonstrei meu ódio pelos paparazzi em diversas ocasiões, mas decidi não fazer isso de novo. No entanto, continuo achando inadmissível a perseguição e a intimidação que se faz para se obter fotografias. Acho perigoso, já que as pessoas podem sair feridas nesse tipo de abordagem. É um assunto que devemos, sempre que possível, discutir.

O que acha de estar sempre aparecendo na lista das mulheres mais sexys, mais belas, mais desejadas? Esse tipo de título a afeta de alguma forma?
De forma alguma. Acho uma besteira. A gente sabe que, no dia seguinte, uma outra pessoa estará na mesma lista. Não tem nada a ver com o trabalho que faço. Sou uma atriz, é isso o que eu faço. Se a sua família e seus amigos te amam é o que importa.

Os figurinos de sua personagem em Desejo e Reparação são deslumbrantes e você usou um vestido Chanel na première do filme em Veneza. É uma vítima da moda?Para falar a verdade, não. De vez em quando, visto-me bem para alguma ocasião especial e é só. Mas posso dizer que adoro fazer parte do processo de confecção das roupas das minhas personagens. O vestido de noite verde que todo mundo elogia no filme foi o resultado de uma contribuição minha, do Joe (Wright, diretor) e da figurinista, a Jacqueline Durran, que é excepcional. Trabalhamos com ela também em Orgulho e Preconceito. Adoro trabalhar com Jacqueline, porque ela permite que os atores ajudem a encontrar roupas que construam a personagem. A maioria dos designers por aí só gostam de gritar, “fique parada! Estou escolhendo roupas para você usar!”.

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FRÁGIL BELEZA A jovem atriz inglesa impressiona por seu rosto belíssimo e notória magreza
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“Tinha vergonha de dizer que era ator”, diz Johnny Depp

Janeiro 25, 2008
Um dos atores mais bem pagos de Hollywood, Johnny Depp (“A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”) confessou recentemente que no começo da carreira tinha vergonha de dizer que atuava como profissão. Quando alguém o questionava sobre sua maneira de ganhar a vida, acredite se puder, ele respondia que era carpinteiro ou jardineiro.

Agora conhecido internacionalmente pelo público e aclamado pela crítica, Depp está mais confortável com seu trabalho. Em entrevista, ele contou ainda que adora saber que pode interpretar diferentes tipos e que sua preferência está nos tipos exóticos, como o divertido Jack Sparrow, personagem que interpretou na trilogia “Piratas do Caribe“.

“Todos estamos um pouco loucos. O que ocorre é que alguns conseguem controlar melhor que outros”, afirmou o ator, que já disse odiar se ver nas telas de cinema. Segundo declarou, não costuma sequer assistir os filmes que protagoniza. “Me sinto desconfortável“, diz.

Em breve, o americano estará em cartaz no Brasil com “Sweeney Todd“, trabalho que já lhe rendeu um Globo de Ouro este ano. Dirigido por Tim Burton (“Edward – Mãos de Tesoura”), o longa chegará às telas em fevereiro.

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Johnny Depp afirma que ganha “a vida com mentiras”

Janeiro 24, 2008

Berlim, 24 jan (EFE).- O ator americano Johnny Depp, de 44 anos, afirmou em entrevista à revista alemã “Celebrity” que ganha “a vida com mentiras”.

Ele disse que no início tinha vergonha ao comentar que era ator, e, se tinha que declarar a profissão em algum lugar, dizia “que era carpinteiro, ou algo assim”.

O protagonista da trilogia “Piratas do Caribe” reconheceu que adora fazer papéis originais e marginais.

Depp considera estes personagens “completamente normais”.

“Todos estamos um pouco loucos. O que ocorre é que alguns conseguem controlar melhor que outros”, afirma o ator.

O próximo filme de Johnny Depp, “Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”, estreará em fevereiro no Brasil.

Após admitir que não suporta se ver na tela e que não vê “muitos” de seus filmes, Depp comenta que gostaria de fazer uma nova versão de “Titanic”.

“Ou conseguir um papel de protagonista em um filme biográfico da vida de Zsa Zsa Gabor”, afirma, com certa ironia.

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Cantor em ‘Sweeney Todd’, Johnny Depp fala de música

Janeiro 23, 2008

RIO – Não faz nem um ano que Johnny Depp foi fotografado ao lado de Keith Richards para a capa da “Rolling Stone”, sob o título ‘Irmãos de sangua’, e o astro de “Piratas do Caribe” já estampa novamente a capa da edição americana da revista. Esperando pelo resultado do Oscar, em que concorre por seu papel em “Sweeney Todd: O barbeiro demoníaco da Rua Fleet”, sexta parceria com o diretor Tim Burton, ele conversou sobre música com o repórter Gavin Edwars. No filme, que é inspirado em um musical da Broadway e estréia no Brasil em 8 de fevereiro, o ator interpreta um barbeiro que mata seus clientes. Depp, que sempre gostou de tocar nas horas vagas, canta na telona pela primeira vez.

“Eu tinha 13 anos quando formei minha primeira banda com uns amigos da vizinhança. Tinh um cara que tinha um baixo e sabíamos de outro que tinha um PA. Fizemos nossas própias luzes e saímos tocando em festinhas particulares músicas dos Beatles e do Led Zeppelin. O show acabava com ‘Johnny B Good’”, contou o ator durante a entrevista.

Johnny Depp não sabe se comprou ou ganhou, mas lembra de que o primeiro disco a que deu atenção foi “Everybody loves somebody”, do Dean Martin. As primeiras canções que tocou foi “Smoke on the water” (Deep Purple), “25 or 6 to 4″ (Chicago) e “Stairway to heaven”. Na entrevista, ele conta que sua inspiração musical veio de um tio religioso:

“Minha mãe e meu pai não eram muito musicais, não. Mas eu tive um tio que era pregador, e ele tocava viola. Então, aos domingos, tinha a missa e, depois do ‘Aleluia, irmãos e irmãs’, ele tocava ‘Stepping on the clouds’. Foi assim que aprendi: assistindo ao meu tio tocar viola com seu grupo gospel”.

Entre os filmes feitos por Tim Burton e protagonizados por Johnny Depp estão “Edward mãos de tesoura”, “A fantástica fábrica de chocolate” e “A noiva cadáver” (neste, Depp empresta a voz e o desenho do rosto). Com Keith Richards, Depp atuou em “Piratas do Caribe: No dia seguinte”, o terceiro da saga de Jack Sparrow.

Além dessas, o ator estampou a capa da revista “Rolling Stone” americana pelo menos outras quatro mais: em 1991 (sob título ‘Doce sensação’); em 1998 (‘Uma aventura selvagem pelo coração de Johnny Depp’); em 2005 (‘Coração selvagem’); e em 2006 (como o pirata Jack Sparrow). A revista que está nas bancas este mês traz uma foto dele sem qualquer fantasia e o título: “Johnny canta”.

Johnny Depp na capa da revista Rolling Stone americana / Reprodução
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JOHNNY DEPP SE DIZ VICIADO EM SÉRIE BRITÂNICA DE SUSPENSE

Janeiro 23, 2008

LONDRES, 23 JAN (ANSA) – O ator norte-americano Johnny Depp admitiu ter se tornado um viciado na série televisiva britânica de suspense “Midsomer Murders”.
    O protagonista da trilogia de “Piratas do Caribe” afirmou que está obcecado com o programa protagonizado pelo ator John Nettles, e disse que gostaria muito de participar da série.
    “Midsomer Murders” conta a historia de um detetive que tenta resolver vários crimes misteriosos em uma típica cidade rural inglesa.
    “É um grande programa. Mas que pode viver em um lugar assim? Alguém sempre acaba morrendo”, declarou Depp, de 44 anos.
    O ator, que na semana passada doou US$2 milhões a um hospital londrino que salvou a vida de sua filha de seis anos, foi nomeado nesta terça-feira ao Oscar por seu papel em “Sweeney Todd”, o último filme do diretor Tim Burton, co-protagonizado pela atriz Helena Bonham-Carter.
    Depp compete pela estatueta com os atores: Tommy Lee Jones, por “In the Valley of Elah”; George Clooney, por “Michael Clayton”; Daniel Day-Lewis, por “There Will Be Blood”; e Viggo Mortensen, por “Eastern Promisses”.

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Confira a lista completa dos indicados ao Oscar 2008

Janeiro 22, 2008
Com receio, devido a greve dos roteiristas, a Academia divulgou os nomes que irão protagonizar a disputa pelo careca dourado. O anúncio dos indicados para a 80ª cerimônia de premiação aconteceu em Beverly Hills, na manhã de hoje, e não teve muitas surpresas. A concorrência na categoria melhor filme será muito grande. Mais uma vez o Brasil não estará presente. “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburger, ficou de fora da disputa do Oscar de melhor filme em língua estrangeira.

A cerimônia de entrega do Oscar acontecerá no dia 24 de fevereiro (domingo), em Los Angeles, com transmissão ao vivo pela TV. Você acompanhará toda a cobertura aqui no portal Cinema com Rapadura. Segue a lista COMPLETA abaixo:

MELHOR FILME

“Conduta de Risco”
“Desejo e Reparação”
“Juno”
“Onde os Fracos Não Têm Vez”
“Sangue Negro”

MELHOR DIRETOR

Jason Reitman (“Juno”)
Joel e Ethan Coen (“Onde os Fracos Não Têm Vez”)
Julian Schnabel (“O Escafandro e a Borboleta”)
Paul Thomas Anderson (“Sangue Negro”)
Tony Gilroy (“Conduta de Risco”)

MELHOR ATOR

Daniel Day-Lewis (“Sangue Negro”)
George Clooney (“Conduta de Risco”)
Viggo Mortensen (“Senhores do Crime”)
Johnny Depp (“Sweeney Todd”)
Tommy Lee Jones (“No Vale das Sombras”)

MELHOR ATRIZ

Cate Blanchett (“Elizabeth: A Era de Ouro”)
Julie Christie (“Longe Dela”)
Marion Cotillard (“Piaf – Um Hino ao
Amor“)
Ellen Page (“Juno”)
Laura Linney (“The Savages”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Javier Bardem (“Onde os Fracos Não Têm Vez”)
Casey Affleck (“O Assassinato de Jesse James”)
Tom Wilkinson (“Conduta de Risco”)
Hal Holbrook (“Na Natureza Selvagem”)
Philip Seymour Hoffman (“Jogos do Poder”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Amy Ryan (“Medo da Verdade”)
Cate Blanchett (“Não Estou Lá”)
Tilda Swinton (“Conduta de Risco”)
Ruby Dee (“O Gângster”)
Saoirse Ronan (“Desejo e Reparação”)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

“Juno”
“Conduta de Risco”
“The Savages”
“Ratatouille”
“Lars and the Real Girl”

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

“Desejo e Reparação”
“Longe Dela”
“Onde os Fracos Não Têm Vez”
“Sangue Negro”
“O Escafandro e a Borboleta”

MELHOR FOTOGRAFIA

“Sangue Negro”
“O Escafandro e a Borboleta”
“Desejo e Reparação”
“O Assassinato de Jesse James”
“Onde os Fracos Não Têm Vez”

MELHOR MONTAGEM

“O Escafandro e a Borboleta”
“Na Natureza Selvagem”
“Onde os Fracos Não Têm Vez”
“O Ultimato Bourne”
“Sangue Negro”

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

“A Bússola de Ouro”
“Desejo e Reparação”
“O Gângster”
“Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”
“Sangue Negro”

MELHOR FIGURINO

“Across the Universe”
“Desejo e Reparação”
“Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”
“Elizabeth: A Era de Ouro”
“Piaf – Um Hino ao Amor”

MELHOR MAQUIAGEM

“Norbit”
“Piaf – Um Hino ao Amor”
“Piratas do Caribe: No Fim do Mundo”

MELHORES EFEITOS VISUAIS

“Transformers”
“Piratas do Caribe: No Fim do Mundo”
“A Bússola de Ouro”

MELHOR TRILHA SONORA

“Conduta de Risco”
“Ratatouille”
“Desejo e Reparação”
“O Caçador de Pipas”
“Os Indomáveis”

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

“Falling Slowly” (“Once”)
“Happy Working Song” (“Encantada”)
“Raise It Up” (“O Som do Coração”)
“So Close” (“Encantada”)
“That’s How You Know” (“Encantada”)

MELHOR SOM

“Transformers”
“Onde os Fracos Não Têm Vez”
“O Ultimato Bourne”
“Ratatouille”
“Os Indomáveis”

MELHOR EDIÇÃO DE EFEITOS SONOROS

“Transformers”
“Onde os Fracos Não Têm Vez”
“O Ultimato Bourne”
“Ratatouille”
“Sangue Negro”

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

“12″ (Rússia)
“Beaufort” (Israel)
“The Counterfeiters” (Áustria)
“Katyn” (Polônia)
“Mongol” (Cazaquistão)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

“Ratatouille”
“Persépolis”
“Tá Dando Onda”

MELHOR DOCUMENTÁRIO

“No End in Sight”
“Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience”
“Sicko – $.O.$ Saúde”
“Taxi to the Dark Side”
“War/Dance”

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

“Freeheld”
“La Corona” (“The Crown”)
“Salim Baba”
“Sari”””’’s Mother”

MELHOR CURTA-METRAGEM

“At Night”
“Il Supplente” (“The Substitute”)
“Le Mozart des Pickpockets” (“The Mozart of Pickpockets”)
“Tanghi Argentini”
“The Tonto Woman”

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO

“I Met the Walrus”
“Madame Tutli-Putli”
“My Love” (“Moya Lyubov”)
“Peter & the Wolf”

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Academia anuncia indicados ao Oscar

Janeiro 22, 2008

 Cerimônia de premiação acontece dia 24 de fevereiro.
“Sangue negro” e “Onde os fracos não têm vez” lideram lista. E Piratas do Caribe 3 concorre como melhor maquiagem e melhor efeitos especiais.

Academia das Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta terça-feira (22), às 11h40, os indicados ao Oscar 2008. 

O filme dos irmãos Coen “Onde os fracos não têm vez” e “Sangue negro”, de Paul Thomas Anderson, receberam oito indicações cada para o Oscar. Em seguida, inglês “Desejo e reparação” e o drama “Conduta de risco”, conquistaram sete indicações cada. Os ganhadores serão conhecidos no dia 24 de fevereiro.Os indicados ao Oscar de melhor filme, principal categoria da premiação, foram o vencedor do Globo de Ouro “Desejo e reparação”, “Onde os fracos não têm vez”, “Sangue negro”, “Conduta de risco”, “Juno”.

O filme brasileiro “O ano em que meus pais saíram de férias” ficou fora da disputa de melhor filme em língua estrangeira. Os indicados da categoria foram “The counterfeiters”, de Stefan Ruzowitzky (Áustria), “Beaufort”, de Joseph Cedar (Israel), “Mongol”, de Sergei Bodrov (Cazaquistão), “12”, de Nikita Mikhalkov (Rússia), “Katyn”, de Andrzej Wajda (Polônia).

Entre os diretores, foram indicados Julian Schnabel (“O escafandro e a borboleta”), Joel e Ethan Coen (“Onde os fracos não têm vez”), Tony Gilroy (“Conduta de risco”), Jason Reitman (“Juno”), Paul Thomas Anderson (“Sangue negro”).

Na disputa pela estatueta de melhor ator, entraram Daniel Day-Lewis (“Sangue negro”), Johnny Depp (“Sweeney Todd – o barbeiro demoníaco da Rua Fleet”), George Clooney (“Conduta de risco”), Tommy Lee Jones (“No vale das sombras”), Viggo Mortensen (“Senhores do crime”).

Na categoria melhor atriz, foram indicadas Julie Christie (“Longe dela”), Marion Cotillard (“Piaf – um hino ao amor”), Ellen Page (“Juno”), Cate Blanchett (“Elizabeth – the golden age”) e Laura Linney (“The savages”).

Na categoria melhor ator coadjuvante concorrem Javier Bardem (“Onde os fracos não têm vez), Tom Wilkinson (“Conduta de risco”), Hal Holbrook (“Na natureza selvagem”), Casey Affleck (“O assassinato de Jesse James…”), Philip Seymour Hoffman (“Jogos do poder”).

Entre as atrizes coadjuvantes foram indicadas Cate Blanchett (“Não estou lá”), Amy Ryan (“Medo da verdade”), Saoirse Ronan (“Desejo e reparação”), Ruby Dee (“O gângster”) e Tilda Swinton (“Conduta de risco”).
 

O Oscar de melhor longa de animação será disputado por “Ratatouille”, “Persépolis” e “Tá dando onda”.

A atriz Kathy Bates e o presidente da Academia, Sid Ganis, foram responsáveis pela apresentação dos principais indidicados. 
 

Confira a lista completa dos indicados ao Oscar 2008:

Melhor filme:

 - “Juno”
- “Onde os fracos não têm vez”
- “Sangue negro”
- “Desejo e reparação”
- “Conduta de risco”

Melhor diretor:

- Julian Schnabel (“O escafandro e a borboleta”)
- Joel e Ethan Coen (“Onde os fracos não têm vez”)
- Tony Gilroy (“Conduta de risco”)
- Jason Reitman (“Juno”)
- Paul Thomas Anderson (“Sangue negro”)
 

Melhor ator:

 - Daniel Day-Lewis (“Sangue negro”)
- Johnny Depp (“Sweeney Todd – o barbeiro demoníaco da Rua Fleet”)
- George Clooney (“Conduta de risco”)
- Tommy Lee Jones (“No vale das sombras”)
- Viggo Mortensen (“Senhores do crime”)

Melhor ator coadjuvante:

- Javier Bardem (“Onde os fracos não têm vez”)
- Tom Wilkinson (“Conduta de risco”)
- Hal Holbrook (“Na natureza selvagem”)
- Casey Affleck (“O assassinato de Jesse James”)
- Philip Seymour Hoffman (“Jogos do poder”)
 

Melhor atriz: 

- Julie Christie (“Longe dela”)
- Marion Cotillard (“Piaf – um hino ao amor”)
- Ellen Page (“Juno”)
- Cate Blanchett (“Elizabeth – the golden age”)
- Laura Linney (“The savages”)

Melhor atriz coadjuvante:

- Cate Blanchett (“Não estou lá”)
- Amy Ryan (“Medo da verdade”)
- Saoirse Ronan (“Desejo e reparação”)
- Tilda Swinton (“Conduta de risco”)
- Ruby Dee (“O gângster”)
 

Melhor longa de animação:

- “Ratatouille”
- “Persépolis”
- “Tá dando onda”

Melhor filme em língua estrangeira:

- “The counterfeiters”, de Stefan Ruzowitzky (Áustria)
- “Beaufort”, de Joseph Cedar (Israel)
- “Mongol”, de Sergei Bodrov (Cazaquistão)
- “Katyn”, de Andrzej Wajda (Polônia)
- “12”, de Nikita Mikhalkov (Rússia)  

Melhor roteiro original:

- “Juno”
- “The savages”
- ”Ratatouille”
- “Conduta de risco
- “Lars and the real girl”

Melhor roteiro adaptado:

- “O escafandro e a borboleta”
- “Onde os fracos não têm vez”
- “Desejo e reparação”
- “Longe dela”
- “Sangue negro”

  Melhor direção de arte:

- “O gângster”
- “Desejo e reparação”
- “A bússola de ouro”
- “Sweeney Todd – o barbeiro demoníaco da rua Fleet”
- “Sangue negro”

 Melhor fotografia:

- “O assassinato de Jesse James…”
- “Desejo e reparação”
- “O escafandro e a borboleta”
- “Onde os fracos não têm vez”
- “Sangue negro”

 Melhor mixagem de som:

- “O ultimato Bourne”
- “Onde os fracos não têm vez”
- “Ratatouille”
- “3:10 to Yuma”
- “Transformers”

 Melhor edição de som:

- “O ultimato Bourne”
- “Ratatouille”
- “Onde os fracos não têm vez”
- “Sangue negro”
- “Transformers”

 Melhor trilha sonora original:

- Dario Marianeli (“Desejo e reparação”)
- Alberto Iglesias (“O caçador de pipas”)
- Marco Beltrami (“3:10 to Yuma”)
- James Newton Howard (“Conduta de risco”)
- Michael Giacchino (“Ratatouille”)

 Melhor canção original:

- “Falling slowly”, de Glen Hansard e Marketa Irglova (“Once”)
- “Happy working song”, de Alen Menken e Stephen Schwartz (“Encantada”)
- “Raise it up”, autor a ser determinado (“August rush”)
- “So close”, de Alan Menken e Stephen Schwartz (“Encantada”)
- “That’s how you know”, de Alan Menken e Stephen Schwartz (“Encantada”)

 Melhor figurino:

- “Across the universe”
- “Desejo e reparação”
- “Elizabeth: a era de ouro”
- “Piaf – um hino ao amor”
- “Sweeney Todd – o barbeiro demoníaco da rua Fleet”

 Melhor documentário

- “No end in sight”
- “Operation homecoming”
- “SOS saúde”
- “Taxi to the dark side”
- “War/dance”

 Melhor documentário de curta-metragem

- “Freeheld”
- “La corona”
- “Salim Baba”
- “Sari’s mother”

 Melhor edição

- “O ultimato Bourne”
- “O escafandro e a borboleta”
- “Na natureza selvagem”
- “Onde os fracos não têm vez”
- “Sangue negro”

 Melhor maquiagem:

- “Piaf – um hino ao amor”
- “Norbit”
- “Piratas do Caribe – no fim do mundo”

 Melhor animação de curta-metragem

- “I met the Walrus”
- “Madame Tutli-Putli”
- “Meme lês pigeons vont au paradis”
- “My love”
- “Peter and the wolf”

 Melhor curta-metragem:

- “At night”
- “Il supplente”
- “Le Mozart des pickpockets”
- “Tanghi argentini”
- “The tonto woman”

 Melhor efeito especial:

- “A bússola de ouro”
- “Piratas do Caribe – no fim do mundo”
- “Transformers”

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Kathy Bates e Sid Ganis divulgam os indicados da categoria melhor filme
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TRILOGIAS – Um ano de decepções nos cinemas em 2007

Janeiro 22, 2008

  Em 2007 Hollywood encerrou quatro trilogias, pelo menos por enquanto, lucrando milhões com filmes aquém dos originais. “Treze homens e um novo segredo”, o mais fraco dos três filmes, tendo mais uma vez Steven Soderbergh na direção trazendo de volta o elenco original, incluindo desta vez Al Pacino como a nova vítima da gangue de trapaceiros liderados por Danny Ocean e Rusty Ryan, respectivamente George Clooney e Brad Pitt.

Outra superprodução muito esperada pelo público foi “Homem Aranha 3” que apesar dos ótimos efeitos especiais mostrou-se um filme que fez jus ao estigma de que o terceiro filme é sempre o mais fraco. Talvez pelo excesso de vilões – Homem de Areia, Venom e o novo Duende Verde – mas nem por isso o filme deixou de render os milhões esperados pelos produtores. Na direção Sam Raimi visivelmente no piloto automático. Uma pena.

“Piratas do Caribe – Fim do mundo” esperada conclusão das aventuras do pirata Jack Sparrow, Will Turner, Elizabeth, capitão Barbosa e companhia acabou por frustrar crítica e público com o costumeiro abuso de efeitos especiais, no foco exagerado na figura de Sparrow fazendo com que o enredo se transformasse num samba do crioulo doido. Para mim o melhor ainda é o primeiro cuja história estava completa. No entanto os milhões arrecadados fala mais alto e logo foi divulgado que “Piratas do Caribe”, assim como “Matrix”, também fora criado para ser uma trilogia. Pura enganação.

Muitos também esperavam ansiosos por uma inevitável terceira aventura do ogro Shrek, da princesa Fiona, do burro falante e do Gato de botas. O resultado foi “Shrek terceiro”. Certamente o mais fraco da “trilogia”. Mesmo sob o comando de dois diretores Chris Miller e Raman Hui, o ogro encerra a trilogia com menos graça e fôlego que os dois primeiros filmes. Porém isso não foi obstáculo para que o filme batesse recordes de arrecadação.trilogia21.jpg

 

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Johnny Depp doa R$ 3 milhões para hospital que salvou a vida de sua filha

Janeiro 15, 2008

Ator esteve no Great Ormond Street Hospital secretamente para entregar doação

Johnny Depp, 43, visitou o hospital Great Ormond Street, em Londres, nesta segunda-feira, 14, e fez doação de cerca de R$ 3,4 milhões para a instituição. Foram os profissionais de lá que salvaram a filha do ator, Lily Rose, de 8 anos, que sofria de problemas nos rins.

A astro esteve no hospital secretamente durante a tarde para entregar a doação, segundo publicou o site do jornal britânico “Daily Mail” nesta terça-feira, 15. Os diretores da instituição ficaram surpresos com a oferta.  

Na semana passada, Johnny Depp convidou médicos e enfermeiros do hospital para a festa de lançamento de seu mais recente filme, “Sweeney Todd”.  

Em novembro passado, depois que os médicos salvaram Lily Rose, Depp passou quatro horas no hospital vestido de Capitão Jack Sparrow – ele pediu que o figurino do filme “Piratas do Caribe” viesse de Los Angeles” – contando histórias para os pacientes.  

Lily Rose ficou internada por nove dias no hospital Great Ormond Street em março de 2007 para tratar de um problema nos rins.  

Em recente entrevista disse: “Agora, cada minuto é uma celebração. Ela superou tudo perfeitamente”.

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Johnny Depp é rock’n roll! De camisa aberta, galã está na capa da ‘Rolling Stone’

Janeiro 10, 2008

O mais roqueiro dos atores fala sobre suas experiências musicais

Johnny Depp de camisa aberta na capa da Rolling Stone

Just Jared

Johnny Depp já apareceu na capa da “Rolling Stone” , ao lado de , ou como o policial de “Anjos da Lei”.

Mas como Johnny Depp nunca é demais, a revista decidiu trazê-lo de novo na edição de janeiro. E desta vez, o mais alternativo dos galãs vem com a camisa aberta, mostrando a tatuagem que fez com o nome da filha “Lily Rose”.

Na entrevista à “Rolling Stone”, fala sobre seu lado rock’n roll e sua experiência com drogas – “Eu era um idiota, me envenenei por anos. Agora entendo as coisas melhores”. Veja trechos do bate papo.

Sua família era musical?

Meu pai e minha mãe não eram exatamente musicais. Mas eu tinha um tio que era padre, que tocava guitarra bluegrass caipira.

Como ouvir música se transformou em fazer música?
Quando tinha 12 anos, falei para minha mãe comprar uma guitarra Decca para mim por US$25. Eu tinha um pequeno amplificador azul. Então – isto é horrível – a primeira coisa que eu fiz foi roubar um livro de acordes. Fui à loja, coloquei na minha calça e saí.

Just Jared


Qual a primeira música que conseguiu tocar?

Toda criança que tinha uma guitarra naquela época, saía tocando quase sempre “Smoke on the Water”, obviamente, e “25 or 6 to 4″”, do Chicago. Mas a primeira canção que toquei inteira deve ter sido “Stairway to Heaven”. Me lembro de dedilhar e seguir o Jimmy Page (Led Zeppelin).

Qual foi sua primeira banda?

Quando tinha cerca de 13 anos, me juntei com outras crianças da vizinhança. Um garoto tinha um baixo, conhecíamos um garoto que tinha o equipamento de som (auto-falantes, microfones), fizemos nossa iluminação. Era tudo desorganizado e legal. Nós tocávamos nas festas nos quintais das pessoas. (Tocávamos) Tudo, dos Beatles ao Led Zeppelin, de Cheap Trick ao Devo — e “Johnny B. Goode” era o fechamento.

Fonte: EGO