
Sobre A Equipe Técnica – POTC 3
Antes de seu incrível sucesso no cinema Verbinski era um premiado diretor de comerciais e videoclipes. Seu trabalho criativo em publicidade para companhias como Nike, Coca-Cola e Budweiser, entre outras, renderam-lhe vários prêmios Clio. Em 1993, criou a memorável campanha publicitária da Budweiser com os sapos coaxantes. Junto com comerciais, Verbinski também tem sido bem-sucedido no mundo dos videoclipes, tendo dirigido vídeos para bandas como Bad Religion e Crystal Method. Em 1997, seu trabalho chamou a atenção de Steven Spielberg que o convidou para fazer seu primeiro longa-metragem, a comédia familiar, visualmente supreendente, O Ratinho Encrenqueiro (Mousehunt). Verbinski é formado pela prestigiosa School of Theatre, Film and Television da UCLA e mora em Los Angeles com a mulher e seus dois filhos.
Os números – entre dólares e honras – são frequentemente registrados como recordes. Os filmes de Bruckheimer faturaram, mundialmente, mais de US$14,5 bilhões em bilheteria, videos e discos. Na temporada 2005-06 ele teve o número recorde de 9 séries sendo exibidas na televisão. Seus filmes – 15 dos quais ultrapassaram a marca de US$100 milhões de bilheteria nos EUA – foram agraciados com 39 indicações ao prêmio da Academia®, e ganharam 5; 8 indicações ao Grammy®, e ganharam 5; 23 indicações ao Globo de Ouro® e ganharam 4; 53 indicações ao Emmy®, e ganharam 14; 16 indicações ao prêmio People’s Choice e ganharam 6; inúmeros prêmios MTV, incluindo o de Melhor Filme da Década por Um Tira da Pesada (Beverly Hills Cop) e 14 prêmios Teen Choice.
Mas os números existem apenas para comprovar a singular habilidade de Bruckheimer para encontrar histórias e transformá-las em filme. Ele é, de acordo com o Washington Post, o homem da “intuição de ouro”. Ele pode até ter nascido assim, porém o mais provável é que seus dons naturais tenham sido aprimorados nos primeiros anos de sua carreira. Seus primeiros filmes eram contos de 60 segundos que ele fazia como um premiado produtor de comerciais em sua cidade natal, Detroit. Um desses minifilmes, uma paródia de Bonnie and Clyde, que criou para a Pontiac, foi citado por seu brilhantismo pela revista Time e também levou o trabalho do produtor de 23 anos a chamar a atenção da BBDO, uma agência de propaganda mundialmente renomada, que o convenceu a se mudar para Nova York. Quatro anos na Avenida Madison deram a ele a experiência e a confiança necessárias para encarar Hollywood e, quando ainda nem completara 30 anos, já tinha dirigido filmes memoráveis como Adeus, Querida (Farewell, My Lovely), Gigolô Americano (American Gigolo) e Flashdance – Em Ritmo de Embalo (Flashdance), em 1993, um filme que mudou a vida de Bruckheimer ao faturar US$ 92 milhões só nos Estados Unidos e ao associá-lo ao produtor Don Simpson, que viria a ser seu parceiro nos 13 anos seguintes.
Juntos, Simpson/Bruckheimer produziram um sucesso atrás do outro, incluindo: Ases Indomáveis (Top Gun), Dias de Trovão (Days of Thunder), Um Tira da Pesada (Beverly Hills Cop), Os Bad Boys (Bad Boys), Mentes Perigosas (Dangerous Minds) e Maré Vermelha (Crimson Tide). Outras homenagens se seguiram em 1985 e 1988, quando a associação de exibidores dos EUA (NATO), nomeou Bruckheimer Produtor do Ano. E, em 1988, junto com Simpson, ele foi eleito Cineasta do Ano pelo Publicists Guild of America.
Em 1996, Bruckheimer produziu A Rocha (The Rock), restabelecendo Sean Connery como astro de ação e transformando o improvável Nicolas Cage em herói de ação. O longa foi eleito o Filme Favorito do Ano pela NATO, faturou uma renda bruta de US$350 milhões em todo mundo e foi o último filme de Bruckheimer em parceria com Simpson, que faleceu durante a produção.
Como produtor solo, Bruckheimer filmou em 1997 Con Air – A Rota da Fuga (Con Air), cujo faturamento foi de mais de US$ 230 milhões. O filme também lhe rendeu duas indicações ao Oscar® e um Grammy® e, mais uma vez, trouxe ao produtor o prêmio ShoWest de Maior Bilheteria Internacional pelas inigualáveis cifras obtidas no exterior. Então foi a vez do megasucesso lançado pela Touchstone Pictures, Armageddon (Armageddon), estrelado por Bruce Willis, Billy Bob Thornton, Ben Affleck, Liv Tyler e Steve Buscemi. Dirigido por Michael Bay, foi o filme de maior sucesso de 1998, com um faturamento total de aproximadamente US$560 milhões em todo o mundo e levou a legendária banda de rock Aerosmith ao primeiro lugar nas paradas de sucesso com a canção “I Don’t Want to Miss a Thing”.
Até o final do milênio, Bruckheimer havia produzido: Inimigo do Estado (Enemy of the State), estrelado por Will Smith e Gene Hackman, e 60 Segundos (Gone in 60 Seconds), estrelado por Cage, Angelina Jolie e Robert Duvall, ambos faturando mais de US$225 milhões em todo o mundo; Show Bar (Coyote Ugly), cujo disco da trilha sonora ganhou três vezes o disco de platina; e o vencedor do prêmio NAACP Image, Duelo de Titãs (Remember the Titans), estrelado por Denzel Washington. Seus colegas do Círculo dos Produtores da América reconheceram sua genialidade e concederam-lhe o prêmio David O. Selznick pelo Conjunto de suas Realizações no Cinema.
Ele começou o século 21 com o indicado a três prêmios Oscar® Pearl Harbor (Pearl Harbor). Estrelado por Affleck, Josh Hartnett e Kate Beckinsale e dirigido por Bay, o filme foi aplaudido pelos veteranos da Segunda Guerra Mundial e por especialistas no assunto como uma excelente recriação dos acontecimentos que levaram os Estados Unidos à guerra. Além de várias indicações a diversos prêmios e ao Oscar® de Melhor Sonoplastia, o filme rendeu mais de US$450 milhões de bilheteria em todo o mundo e chegou a atingir a marca de US$250 milhões em vendas de DVD e vídeo. Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down), o comovente relato da Batalha de Mogadíscio, foi estrelado por Hartnett, Eric Bana e Ewen McGregor e dirigido por Ridley Scott. A adaptação do bestseller de Mark Bowden recebeu excelentes críticas, foi indicada a vários prêmios e ganhou o Oscar®.
Passando ao gênero da comédia em 2003, Bruckheimer lançou hilariante Canguru Jack (Kangaroo Jack), um filme familiar vencedor do prêmio MTV de Melhor Desempenho Virtual para o canguru. No final de 2003, Bruckheimer lançou Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl). Estrelado por Johnny Depp, Orlando Bloom, Geoffrey Rush e Keira Knightley e dirigido por Gore Verbinski, a fantástica comédia, aventura e romance faturou mais de US$630 milhões em todo o mundo, foi indicada a cinco prêmios da Academia® e gerou duas sequências: Pirates do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) e Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End).
Depois de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), entre os filmes que começam com um raio estão: Os Bad Boys 2 (Bad Boys II); O Custo da Coragem (Veronica Guerin), estrelado pela luminosa Cate Blanchett no papel da jornalista irlandesa assassinada pela máfia de Dublin; e Rei Arthur (King Arthur), com Clive Owen como protagonista da narrativa revisitada da lenda arturiana. Em 2004, A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure), com Cage e Sean Bean, a eletrizante aventura para solucionar o mistério de um tesouro secreto, foi lançado com aclamação do público e faturou US$347.451.894 milhões mundialmente.
Estrada para a Glória (Glory Road), a história do treinador do Texas Wetern, Don Haskins, que levou o primeiro time de basquete inteiramente formado por negros ao campeonato nacional (NCAA) em 1966, estreou no início de 2006 com: Josh Lucas, Derek Luke, Al Shearer, Mehcad Brooks, e Emily Deschanel no elenco. O filme foi honrado, em 2006, com o prêmio ESPY de Melhor Filme de Esporte do Ano e os escritores receberam o prêmio Humanitas pelo trabalho que “explora com honestidade as complexidades da experiência humana e ilumina os valores positivos da vida.” No verão norte-americano de 2006 lançou Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest), que zarpou para os livros de recordes ao se tornar não apenas o filme mais bem-sucedido no aspecto financeiro de Bruckheimer, mas também a maior bilheteria de abertura da história do cinema com US$135,6 milhões nos primeiros três dias. Contrariando estimativas projetadas, o filme faturou US$55,8 milhões no primeiro dia de lançado. Totalizando US$44,7 milhões no segundo dia, Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) tornou-se o primeiro longa-metragem a faturar US$100 milhões em apenas dois dias. Nas primeiras oito semanas, o filme ultrapassou a marca de US$1 bilhão em todo o mundo, posicionando-se com vantagem como o filme número um do ano em todo o mundo.
Trabalhando pela sexta vez com o diretor Tony Scott, Bruckheimer lançou Déjà Vu (Déjà Vu), a história do agente da ATF que se apaixona por uma estranha enquanto corre contra o tempo para encontrar seu brutal assassino. O filme é estrelado por Denzel Washington, Jim Caviezel, Paula Patton e Val Kilmer. Na trilha do sucesso de A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure), seu próximo filme será National Treasure: Book of Secrets. O filme voltará a associar Bruckheimer, o diretor Jon Turteltaub e os astros Nicolas Cage, Jon Voight, Diane Kruger e Justin Bartha, além de novos integrantes do elenco Helen Mirren e Ed Harris.
Será que o mestre contador de histórias poderia repetir a mesma magia em 47 minutos para os telespectadores em suas casas? Aparentemente sim. Como escreveu recentemente a revista Time: “O produtor mais bem-sucedido da história do cinema está prestes a se tornar o produtor mais bem-sucedido da história da televisão.” Bruckheimer levou a força do raio para a televisão em 2000 com C.S.I., estrelado por William Petersen e Marg Helgenberger. A série logo se tornou o programa de maior audiência da TV, com uma média de 25 milhões de telespectadores por semana, e, juntamente com os dois seriados que se seguiram, C.S.I.: Miami — reconhecida como uma das maiores séries de televisão em escala mundial em 2005 exibida em horário nobre durante em 2006 — e C.S.I.: NY, que ajudou a levar a CBS de volta à liderança.
A Bruckheimer Television ampliou sua abordagem contando histórias comoventes e atingindo grandes índices de audiência com Without A Trace, Cold Case — o vencedor de três prêmios Emmy® — Amazing Race e Close to Home, na CBS. Bruckheimer tem quatro séries entre os 10 melhores programas da televisão.
Em 2004, Bruckheimer entrou para a “Time 100,” uma lista das pessoas mais influentes do mundo. Também em 2004, foi nomeado número um da Power Issue da Entertainment Weekly. No ano seguinte, Bruckheimer foi premiado com o SEAL Patriot em reconhecimento da comunidade SEAL por sua fabulosa representação das forças militares americanas no cinema e na televisão. Em 2006, Bruckheimer foi condecorado com o título de Doutor em Artes pela Universidade de Arizona, sua alma mater. Bruckheimer é único na indústria cinematográfica e sua visão criativa abrange tanto as telonas como as telinhas. “É uma satisfação reconhecer seu trabalho com essa homenagem”, disse Maurice Sevigny, reitor da College of Fine Arts.
A revista Variety elegeu Bruckheimer como Showman do Ano em 2006. Este prêmio – concedido pelos mais importantes editores e jornalistas da revista – é destinado ao profissional que tenha causado impacto significante, contribuído com inovações e/ou revelações para a indústria do entretenimento. Bruckheimer ganhou o prêmio Salute to Excellence do Museu da Televisão e do Rádio em 2006 por sua contribuição à televisão. E, em 2007, a Associação de Produtores da América concedeu-lhe o prêmio Norman Lear Achievement em Televisão por seu extraordinário conjunto de obras nessa mídia.
A revista Times de Los Angeles posicionou Bruckheimer como o número 8 em sua listagem The Power Issue de 2006, que inclui as 100 pessoas que mais influenciaram o sul da Califórnia. A revista Premiere colocou Bruckheimer na décima posição em sua lista de pessoas mais poderosos de 2006, enquanto a revista Forbes posicionou-o em 42º lugar em sua lista de 100 Celebridades de 2006. Bruckheimer é bem-sucedido em muitos gêneros e em várias mídias porque ele é um excelente contador de histórias.
Procure pelo raio. As melhores histórias vêm logo depois dele.
Nascido e criado em Boston, Mike gradou-se em Economia pela Universidade de Harvard e mestrado em Administração. Formou-se e passou a trabalhar como assistente de produção em Nova York. Trabalhou durante dois anos em filmes independentes e, na televisão, como assistente de direção e gerente de produção, antes de retornar a Boston para concluir a pós-graduação. Após concluir seus estudos em Administração, mudou-se para Los Angeles, onde ocupou um cargo no departamento de projetos especiais dos Estúdios Disney por dois anos, antes de passar para o setor de produção executiva de criação da Hollywood Pictures. Foi promovido a vice-presidente e, em seguida, a vice-presidente executivo. Durante os oito anos em que trabalhou para a companhia, supervisionou o desenvolvimento e a produção de filmes da Hollywood Pictures e da Touchstone Pictures. Além dos filmes de Bruckheimer, Stenson também desenvolveu e acompanhou a produção dos longas: A Hora do Rush (Rush Hour), Instinto (Instinct), 6 Dias, 7 Noites (Six Days, Seven Nights) e Mr. Holland – Adorável Professor (Mr. Holland’s Opus).
Enquanto integrava os quadros da Disney, vários cineastas tentaram persuadi-lo a sair da companhia para trabalhar em seus projetos, mas isso só aconteceu em 1998. Em sua nova função de chefia na Jerry Bruckheimer Films, ele pôs em prática o plano de Bruckheimer de expandir o programa de produção dos projetos cinematográficos da companhia.
Além do trabalho em diversos filmes da JBF, Oman também supervisionou a produção de vários projetos para a televisão, incluindo a série O Soldado da Fortuna (Soldier of Fortune), com Brad Johnson, para a Rysher Entertainment; o drama Mentes Perigosas (Dangerous Minds), da ABC, com Annie Potts, e Swing Vote, também da ABC, escrito por Ron Bass e estrelado por Andy Garcia. Antes de entrar para a Simpson-Bruckheimer em 1995, foi um dos fundadores e integrantes da Motion Picture Corporation of America. Após seis anos, deixou a produtora independente como vice-presidente sênior de produção.
Foi produtor associado de Debi e Lóide 2 – Quando Debi Conheceu Lóide (Dumb and Dumber), estrelado por Jim Carrey; produtor executivo de Lembranças Vivas (The War at Home), da Touchstone Pictures, com Emilio Estevez, Kathy Bates e Martin Sheen; co-produtor de Na Trilha dos Fugitivos (The Desperate Trail), com Sam Elliott e de Retrato Falado (The Sketch Artist), com Drew Barrymore e Sean Young. Foi também produtor de Olhos da Escuridão (Hands That See), estrelado por Courteney Cox e Jeff Fahey e de Amar, Trair & Roubar (Love, Cheat and Steal), com John Lithgow e Eric Roberts. Ele é formado em Economia pela Southern Methodist University e cursou a Universidade da Califórnia em Los Angeles, onde estudou roteirização para cinema e a Universidade de Nova York, onde participou do programa de graduação de produção cinematográfica. Ele nasceu e foi criado em Wichita Falls, no Texas.
Cineasta há mais de 25 anos, BRUCE HENDRICKS (produtor executivo) esteve envolvido na produção de alguns dos filmes de maior prestígio e maior bilheteria da história do cinema. Desfruta de uma posição única na indústria do entretenimento por trabalhar ao mesmo tempo como executivo de estúdio, produtor e diretor. Como presidente de produção física dos estúdios Walt Disney desde 1992, Hendricks supervisiona todos os aspectos da produção dos longas-metragens live-action da companhia. Nesta função, ele supervisionou a produção de mais de 200 longas- metragens e filmagens em mais de 30 países. Entre esses filmes estão os blockbusters O Sexto Sentido (The Sixth Sense), Armageddon (Armageddon), A Rocha (The Rock) e As Crônicas de Nárnia – O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Chronicles of Narnia – The Lion, The Witch and The Wardrobe), para citar apenas alguns.
Entre seus créditos como produtor executivo estão a trilogia de Piratas do Caribe e o épico da 2ª Guerra Mundial Pearl Harbor (Pearl Harbor) da Jerry Bruckheimer Productions. Em seus créditos como diretor está o filme IMAX, Ultimate X, bem como inúmeros videoclipes, produções da televisão e comerciais. Hendricks é membro da Academia de Artes e Ciências dos EUA, do sindicato dos diretores dos EUA e do Círculo de Diretores da América. Ganhou um Emmy® por seu trabalho no telefilme The Wave, da ABC.
Nascido em Dallas, no Texas, ele é bacharel em Produção de Cinema pela Universidade do Texas. O sr. Hendricks e sua mulher moram em Los Angeles, na Califórnia, com a filha Kyra.
ERIC McLEOD (Produtor Executivo)
No início de sua carreira foi co-produtor de Paixão Bandida (Feeling Minnesota) e de Agora e Sempre (Now and Then); produtor de linha de Corina – Uma Babá Perfeita (Corina, Corina) e Até As Vaqueiras Ficam Tristes (Even Cowgirls Get the Blues) e produtor associado de O Detonador de Alta Voltagem (Live Wire). Ele também foi gerente de unidade de produção em vários dos filmes acima mencionados e ainda em Inimigo do Estado (Enemy of the State), Mera Coincidência (Wag the Dog), Wide Sargasso Sea e The Rapture. McLeod começou seu trabalho no cinema como coordenador de produção no longa Cry Baby (Cry-Baby), de John Waters, estrelado por Johnny Depp, e, em seguida, trabalhou em Drugstore Cowboy (Drugstore Cowboy), de Gus van Sant e foi supervisor de produção de 8 Segundos (8 Seconds).
Os escritores indicados ao Oscar® TED ELLIOTT e TERRY ROSSIO (roteiro) retornam a Piratas pela terceira vez, depois de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl) e Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest). Elliott e Rossio também fizeram o roteiro do longa-metragem de animação da DreamWorks, Shrek (Shrek), vencedor do Oscar® de Melhor Filme de Animação de 2002.
Em 1992, a dupla escreveu o longa animado de sucesso dos estúdios Disney, Aladim (Aladdin), estrelado por Robin Williams. Entre seus filmes live-action estão: Little Monsters, estrelado por Fred Savage; Pequenos Guerreiros (Small Soldiers), estrelado por Kirsten Dunst; Godzilla (Godzilla), estrelado por Matthew Broderick e A Máscara do Zorro (The Mask of Zorro), estrelado por Antonio Banderas e Anthony Hopkins.
Em 1996, Elliott e Rossio foram os primeiros a assinarem um acordo de roteirização e produção com a DreamWorks SKG. Seus projetos de animação para o estúdio incluem: Shrek (Shrek), estrelado por Mike Myers e Eddie Murphy, e O Caminho para El Dorado (The Road to El Dorado), com Kevin Kline e Kenneth Branagh. A dupla também fez consultoria para os longas animados FormiguinhaZ (Antz), com Woody Allen; o recém-lançado Simbad: A Lenda dos Sete Mares (Simbad), com Brad Pitt e Catherine Zeta-Jones e para Shrek 2 (Shrek II) foram consultores de criação, o filme animado de maior bilheteria de todos os tempos.
Elliott e Rossio são membros do sindicato dos roteiristas dos Estados Unidos, desde 1986.
Wolski trabalhou com vários diretores renomados, incluindo Andrew Davis, em Um Crime Perfeito (A Perfect Murder); Alex Proyas, em Cidade das Sombras (Dark City), no cult favorito, O Corvo (The Crow); Peter Medak, em O Sangue de Romeo (Romeo is Bleeding); Tony Scott, em O Fã – Obsessão Cega (The Fan), e na produção de Don Simpson-Jerry Bruckheimer, Maré Vermelha (Crimson Tide). Seu trabalho neste último polêmico e aclamado filme rendeu-lhe uma indicação para o prêmio ASC de Melhor Fotografia.
Natural de Varsóvia, na Polônia, cursou a Faculdade de Cinema de Lodz. Após imigrar para os Estados Unidos em 1979, trabalhou em documentários, filmes industriais e pequenas produções no cinema independente.
Teve sua grande oportunidade em 1986, no filme Fibra de Campeão (Heart), quando foi convidado a substituir o diretor de fotografia que havia optado por filmar outra produção. Pouco depois, Wolski mudou-se para Los Angeles, onde trabalhou como diretor de fotografia de videoclipes e filmes publicitários para diretores tais como Alex Proyas, David Fincher, Tony Scott e Jake Scott. Em seguida, trabalhou no longa-metragem produzido por Roger Corman, Planeta Infernal (Nightfall), e na produção de Land of Little Rain, da PBS American Playhouse. Seu próximo projeto é Sweeney Todd, de Tim Burton, que irá associá-lo novamente com Johnny Depp.
RICK HEINRICHS (Desenhista de Produção) é um dos artistas mais originais e inovadores da indústria do cinema, tendo criado – de forma magistral – universos alternativos totalmente adequados às histórias e aos cenários dos filmes nos quais trabalha. Heinrichs retorna a Piratas depois de seu notável trabalho em O Baú da Morte (Dead Man’s Chest), que lhe rendeu indicações ao prêmio da Academia e ao BAFTA. Ganhou o prêmio da Academia® por seu trabalho em A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (Sleepy Hollow), de Tim Burton, bem como o BAFTA e o prêmio do Círculo de Diretores de Arte, entre outros. Foi novamente indicado ao Oscar® e ao prêmio do Círculo dos Diretores de Arte por seus desenhos muito criativos para o longa Desventuras em Série (Lemony Snicket A Series of Unfortunate Events). O Baú da Morte (Dead Man’s Chest) também trouxe uma indicação a Heinrichs do Círculo de Diretores de Arte.
A colaboração criativa entre Heinrichs e Tim Burton data de quando os dois trabalharam na Walt Disney Pictures e produziram os curtas Vincent e Frankenweenie. Mais tarde, trabalharam outra vez no primeiro longa de Burton, As Grandes Aventuras de Pee Wee (Pee-wee’s Big Adventure) e depois em Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice). Heinrichs começou a trilhar sua carreira na cinematografia na função de cenógrafo em Os Caça-Fantasmas 2 (Ghostbusters II) e em Joe Contra o Vulcão (Joe Versus the Volcano), em 1989, antes de trabalhar com seus colegas e amigos na mesma função em Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands), no ano seguinte.
Em 1992, passou para a função de diretor de arte em Batman: O Retorno (Batman Returns), de Burton, já tendo trabalhado na mesma função em Segredos de uma Novela (Soapdish). Também foi consultor visual em O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas), de Tim Burton. Em seguida trabalhou na função de desenhista de produção no remake de sucesso Planeta dos Macacos (Planet of the Apes), de Burton. Entre seus outros créditos como desenhista de produção estão: O Incrível Hulk (Hulk), Endiabrado (Bedazzled), O Grande Lebowski (The Big Lebowski) e Fargo – Uma Comédia de Erros (Fargo). Foi também diretor de arte em Super-Heróis do Oeste (Tall Tale) e cenógrafo em O Pescador de Ilusões (The Fisher King).
Anterioremente Rose recebeu várias indicações ao BAFTA por seu trabalho na versão cinematográfica musical Evita (Evita), de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, que foi dirigida por Alan Parker e estrelada por Madonna e Jonathan Pryce.
Rose é uma colaboradora de longa data de Parker e assinou os figurinos de outros filmes do cineasta, entre os quais: O Estranho Mundo do Dr. Kellogg (The Road to Wellville), The Wall (Pink Floyd The Wall) e The Commitments – Loucos Pela Fama (The Commitments). Seus créditos cinematográficos adicionais incluem ainda: Dicionário de Cama (The Sleeping Dictionary), Lance de Sorte (The Good Thief), de Neil Jordan; Os Viajantes do Tempo (Just Visiting); A Armadilha (Entrapment) e a refilmagem dos estúdios Disney de Operação Cupido (The Parent Trap) – de Nancy Meyers. No início de sua carreira, criou os figurinos de Missão Impossível (Mission: Impossible), de Brian de Palma, já tendo trabalhado duas vezes com o diretor Richard Attenborough em Terra das Sombras (Shadowlands) e No Amor e Na Guerra (In Love and War). Em sua filmografia inclui ainda: Carrington – Dias de Paixão (Carrington), de Christopher Hampton; O Mapa do Coração (Map of the Human Heart), de Vincent Ward; Local Hero, de Bill Forsyth; Cal, de Pat O’Connor; Memórias de um Espião (Another Country) de Marek Kanievska e A Guerra do Fogo (Quest for Fire), de Jean-Jacques Annaud. Mais recentemente, desenhou os figurinos da comédia Motoqueiros Selvagens (Wild Hogs), da Walt Disney Pictures, estrelada por Tim Allen, Martin Lawrence e John Travolta. Atualmente está trabalhando em Made of Honor, estrelado por Patrick Dempsey.
Formada pelo West End Theatre, iniciou sua carreira trabalhando não só no teatro, mas também na televisão e em filmes publicitários, onde conheceu diretores como Alan Parker, Adrian Lyne, Ridley e Tony Scott e Hugh Hudson. Nascida e criada na Grã-Bretanha, ela é fluente em francês e italiano.
Wood foi montador adicional de Fomos Heróis (We Were Soldiers), de Randall Wallace, estrelado por Mel Gibson. Outros créditos como montador incluem os filmes: Fuga Desenfreada (Highway); a comédia romântica Forças do Destino (Forces of Nature), estrelado por Sandra Bullock e Ben Affleck; Secrets of the City, e, em 1986, o longa-metragem de Alex Proyas, Spirits of the Air e Gremlins of the Clouds.
Natural de Sydney, Austrália, iniciou sua carreira aos 19 anos como assistente de montagem no departamento de documentários da rede de televisão Australian Broadcasting Corporation, antes de passar a trabalhar em videoclipes e comerciais. Montou vídeos para artistas como Smashing Pumpkins, Bjork, Fiona Apple, Garbage, Tina Turner, Tom Petty, UB40 e Janet Jackson, sem falar de seus filmes publicitários cheios de estilo para inúmeros clientes corporativos.
Desde o início dos anos 1980, Rivkin montou ou foi um dos montadores de vários filmes, entre eles: Ali (Ali), de Michael Mann; o thriller de ação A Senha: Swordfish (Swordfish); as comédias Meu Primo Vinny (My Cousin Vinny), A Louca Louca História de Robin Hood (Robin Hood: Men in Tights) e Nove Meses (Nine Months); o suspense Epidemia (Outbreak), de Wolfgang Petersen; o drama de guerra Bat-21 – Missão no Inferno (Bat 21) e, do diretor Norman Jewison: Só Você (Only You), Bogus – Meu Amigo Secreto (Bogus), Hurricane – O Furacão (The Hurricane) e A Confissão (The Statement). Também montou o filme de ação Ameaça Invisível (Stealth), de Rob Cohen, estrelado por Josh Lucas, Jamie Foxx e Jessica Biel. No início de sua carreira, montou e foi produtor associado dos filmes Veia de Campeão (Youngblood) e de The Personals.
Entre os créditos televisivos de Rivkin, destacam-se o telefilme da TNT, indicado ao prêmio CableAce, Nightbreaker; The Comrades of Summer e El Diablo, da HBO; além de Wildflower, da Lifetime, e o telefilme da CBS, The Girl with the Crazy Brother, ambos dirigidos por Diane Keaton.
Rivkin nasceu e foi criado em Minneapolis, no Minnesota.
Zimmer entrou para o mundo das trilhas sonoras em Londres, durante uma longa colaboração com o famoso compositor e mentor Stanley Myers, a qual inclui o filme Minha Adorável Lavanderia (My Beautiful Laundrette). Logo começou a trabalhar em vários projetos-solo de sucesso, entre os quais, o aclamado pela crítica Um Mundo À Parte (A World Apart), e, ao longo desses anos, foi pioneiro na utilização de tecnologias musicais tanto antigas como novas. Atualmente, esse trabalho rendeu-lhe a reputação de pai da integração do mundo da música eletrônica com arranjos de orquestra tradicional.
O momento mais marcante na carreira de Zimmer aconteceu em 1988, quando foi convidado para compor a trilha sonora de Rain Man (Rain Man) para o diretor Barry Levinson. O filme acabou ganhando o Oscar® de Melhor Filme do Ano e trouxe a Zimmer sua primeira indicação ao prêmio da Academia® na categoria de Melhor Trilha Original. No ano seguinte, compôs a trilha de outro vencedor do Oscar® de Melhor Filme, Conduzindo Miss Daisy (Driving Miss Daisy), estrelado por Jessica Tandy e Morgan Freeman.
Depois de compor as trilhas de dois filmes vencedores do Oscar®, no início dos anos 1990, Zimmer consagrou sua posição como músico proeminente com a trilha sonora premiada de O Rei Leão (The Lion King). O disco da trilha vendeu mais de 15 milhões de cópias até hoje e trouxe ao compositor o prêmio da Academia® de Melhor Trilha Original, o Globo de Ouro®, o American Music Award, o Tony® e dois prêmios Grammy®. No total, os trabalhos de Zimmer foram indicados a sete prêmios Globo de Ouro®, sete prêmios Grammy® e sete prêmios da Academia® por Rain Man (Rain Man), Gladiador (Gladiator), Rei Leão (The Lion King), Melhor É Impossível (As Good As It Gets), Um Anjo em Minha Vida (The Preacher’s Wife), Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line) e O Príncipe do Egito (The Prince of Egypt).
Com a carreira indo de vento em popa, Zimmer estava ansioso para repetir a experiência que tanto o beneficiou quando Stanley Myers foi seu mentor. Com tecnologia de ponta e um ambiente muito criativo, conseguiu proporcionar oportunidades a jovens compositores na área da cinematografia com seu musical “think tank” de Santa Monica. Essa experiência ajudou a lançar as carreiras de compositores notáveis como Mark Mancina, John Powell, Harry Gregson-Williams, Nick Glennie-Smith e Klaus Badelt. Em 2000, Zimmer compôs a trilha épica de Gladiador (Gladiator), de Ridley Scott, pelo qual foi indicado ao Oscar®, além de ganhar o Globo de Ouro® e o prêmio do Broadcast Film Critics. O disco vendeu mais de 3 milhões de cópias em todo o mundo e gerou um segundo disco, intitulado “Gladiator: More Music From the Motion Picture”, lançado pelo selo Universal Classics/ Decca. Entre as outras trilhas que compôs naquele ano estão: Missão Impossível 2 (Mission: Impossible 2), Estrada Para Eldorado (The Road to El Dorado) e A Guerra das Perucas (An Everlasting Piece), dirigido por Barry Levinson.
Entre as trilhas de destaque que compôs estão: Dias de Trovão (Days of Thunder) e Pearl Harbor (Pearl Harbor), produzidos por Jerry Bruckheimer; O Chamado (The Ring), de Gore Verbinski; quatro filmes do diretor Ridley Scott: Os Vigaristas (Matchstick Men), Hannibal, Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down) — também produzido por Bruckheimer —; Thelma e Louise (Thelma and Louise), Os Garotos da Minha Vida (Riding in Cars With Boys), de Penny Marshall; Uma Equipe Muito Especial (A League of Their Own), True Romance (True Romance), Lágrimas do Sol (Tears of the Sun), Cortina de Fumaça (Backdraft), de Ron Howard, Mistério na Neve (Smilla’s Sense of Snow) e o longa de animação Spirit: O Corcel Indomável (Spirit: Stallion of the Cimarron), para o qual compôs quatro canções com Bryan Adams, incluindo a indicada ao Globo de Ouro® “Here I Am.” Entre seus créditos recentes estão: Batman Begins (Batman Begins); os blockbusters do verão passado O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) e Piratas do Caribe: O Báu da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest), que marcou o sétimo projeto com Jerry Bruckheimer, e ainda a comédia romântica O Amor Não Tira Férias (The Holiday), de Nancy Meyers, estrelada por Kate Winslet, Cameron Diaz e Jude Law.
Em 2000, no 27º Festival Internacional de Cinema de Flanders, Zimmer fez, pela primeira vez, uma apresentação ao vivo com uma orquestra de 100 peças e um coro de 100 vozes. Para o roteiro do concerto, ele escolheu algumas de suas composições e apresentou novas versões orquestradas de Gladiador (Gladiator), Missão Impossível 2 (Mission: Impossible 2), Rain Man (Rain Man), O Rei Leão (The Lion King) e Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line). O concerto foi gravado sob o selo da Decca e lançado como um disco de concerto intitulado “The Wings Of A Film: The Music of Hans Zimmer.” Entre seus reconhecimentos e honras, estão os prestigiosos prêmios do National Board of Review, pelo conjunto de sua obra no Cinema e o Frederick Loewe, em 2003, no Festival de Cinema Internacional de Palm Springs. Zimmer também foi agraciado com o prêmio Henry Mancini da ASCAP pelo conjunto de suas realizações.
Em breve veremos seu trabalho no filme muito aguardado Os Simpsons (The Simpsons Movie), que será lançado no verão norte-americano de 2007.
Knoll queria trabalhar no cinema desde garoto. Muito interessado em esculturas, ficou impressionado com o primeiro filme Guerra nas Estrelas (Star Wars). Durante uma visita ao ILM, em 1978, teve seu primeiro contato pessoal com o mundo dos efeitos visuais. Com vontade de aprender mais cursou a Faculdade de Cinema da University of Southern California e graduou-se em Produção de Cinema, enquanto trabalhava como escultor autônomo em várias produtoras de Los Angeles.
No seu último ano na USC, matriculou-se em um curso avançado de animação, onde criou um sistema de motion control a partir de uma plataforma de animação Oxberry, um computador Apple II, um controle de CNC e vários motores industriais. Impressionado com o filme estudantil produzido por Knoll como projeto de fim de curso, a ILM contratou-o como assistente técnico de fotografia de controle de movimento. Deslumbrado com suas visitas ao recém-inaugurado departamento de computação gráfica do ILM, Knoll adotou a computação gráfica como passatempo. Em parceria com seu irmão, que trabalhava em sua tese de doutorado sobre visualização da informática, na Universidade de Michigan, os irmãos Knoll criaram o Photoshop, em 1987.
Como supervisor de efeitos visuais, Gibson trabalhou com diretores como Steven Spielberg, Robert Altman, Frank Darabont, George Miller e Barbet Schroeder. Seu primeiro prêmio concedido pela Academia® foi pelos inovadores efeitos visuais em Babe – O Porquinho Atrapalhado (Babe) de Kennedy-Miller. Gibson também foi indicado ao Oscar® por seu trabalho em A Maldição do Pérola Negra (The Curse of the Black Pearl) bem como ao prêmio da Academia britânica de efeitos visuais por O Baú da Morte (Dead Man’s Chest).
JOHN FRAZIER (Supervisor de Efeitos Especiais) nasceu em 23 de setembro de 1944 em Richmond, na Califórnia. Ainda criança mudou-se com sua família para o sul da Califórnia, onde foi criado. Cursou a Canoga Park High School e depois entrou para a faculdade Los Angeles Trade Tech, onde estudou Construção Civil e projeto de autoestradas. Em 1963, começou a criar adereços de efeitos especiais para o clube noturno Haunted House em Hollywood. O proprietário reconheceu seu talento e conseguiu um emprego para Frazier na NBC. Em 1970, ele associou-se ao Local 44 e começou a trabalhar com efeitos especiais para o cinema. Foi o coordenador e/ou supervisor de efeitos especiais de mais de 60 longas-metragens e foi honrado com indicações ao Oscar® por, Armageddon (Armageddon), Mar em Fúria (The Perfect Storm), Pearl Harbor (Pearl Harbor) e Homem-Aranha (Spider-Man), antes de finalmente ganhar um Oscar® em 2005 por Homem-Aranha 2 (Spider-Man 2). Foi novamente indicado em 2006 por seu trabalho em Poseidon (Poseidon).
Frazier também ganhou o prêmio da Academia Britânica de Cinema e Televisão (BAFTA) por Mar em Fúria (The Perfect Storm) e por Twister (Twister) além de dois prêmios Clio por seu trabalho em comerciais de televisão. Ele mora atualmente no sul da Califórnia.
Em sua filmografia como coordenador de efeitos especiais ou supervisor estão filmes notáveis tais como: O Marinheiro Popeye (Popeye), Ases Indomáveis (Top Gun), Os Intocáveis (The Untouchables), Os Fantasmas Contra Atacam (Scrooged), Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society), As Brumas de Avalon (Avalon), Para Eles, Com Muito Amor (For the Boys), A Ilha da Garganta Cortada (Cutthroat Island), Despertar de um Pesadelo (The Long Kiss Goodnight), Contato (Contact), Babe – Um Porquinho Atrapalhado na Cidade (Babe: Pig in the City), U-571 – A Batalha do Atlântico (U-571), O Grinch (Dr. Seuss’ How the Grinch Stole Christmas), Estrada para Perdição (Road to Perdition), O Exterminador do Futuro 3 – Rebelião das Máquinas (Terminator 3: Rise of the Machines), Constantine (Constantine) e Tudo Acontece em Elizabethtown (Elizabethtown).
GEORGE MARSHALL RUGE (Coordenador de Cenas de Ação) retorna depois de ter trabalhado em Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl) pelo qual ganhou o prêmio American Choreography e Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest), pelo qual foi indicado ao prêmio Taurus World Stunt de Melhor Diretor de Segunda Unidade e Melhor Coordenador de Cenas de Ação. Ruge foi coordenador de dublês e coreógrafo de ação da trilogia O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings), de Peter Jackson, que incluiu alguns das seqüências de ação mais ambiciosas e complexas da história da indústria cinematográfica. Também foi coordenador de cenas de ação e diretor de segunda unidade no sucesso A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure), produzido por Jerry Bruckheimer e trabalha na mesma função no ainda inédito National Treasure: Book of Secrets.
Enquanto trabalhava como ator na Bay Area, uma produtora de cinema, TV e teatro, ele também dirigiu peças para o grupo The Loft Theatre, do qual é membro fundador. A empresa produziu várias peças originais enquanto Ruge trabalhava lá. Ruge então voltou sua atenção para o cinema e mudou-se para Los Angeles atrás de seu objetivo. Desde aquela época, trabalhou em vários longas-metragens entre os quais: Bem-Vindos ao Paraíso (Come See the Paradise), Los Angeles Confidencial (L.A. Story), The Doors (The Doors), Rocketeer (The Rocketeer), Chaplin (Chaplin), As Loucas Aventuras de Robin Hood (Robin Hood: Men in Tights), Marte Ataca! (Mars Attacks!), George o Rei da Floresta (George of the Jungle), Teoria da Conspiração (Conspiracy Theory), Cidade dos Anjos (City of Angels), Sorte no Amor (Bulworth), Máquina Mortífera 4 (Lethal Weapon 4), A Máscara do Zorro (The Mask of Zorro), Gattaca – Experiência Genética (Gattaca) e Doutor Dolittle (Dr. Dolittle), entre muitos outros. Interpretou durante um longo tempo o herói Basil Rathbone, no telefilme biográfico sobre a vida de Errol Flynn, My Wicked, Wicked Ways. Ruge também duelou com Peter O’Toole em My Favorite Year, no papel de lorde Drummond, contracenando com Robin Hood interpretado por O’Toole.
Na televisão, Ruge foi ator-convidado em inúmeros episódios de séries como: Knots Landing, Wizards and Warriors, The Twilight Zone, Tour of Duty, Quantum Leap, SeaQuest DSV, Walker, Texas Ranger, V.I.P., Chicago Hope e Nash Bridges. Ele recebeu os prêmios do Bank of America Drama de Melhor Desempenho e do Círculo de Críticos de Melhor Ator em Peça Dramática. Ganhou também um prêmio de Melhor Seqüência de Luta em Longa-Metragem. Ruge foi eleito e trabalhou por dois mandados (1996 e 2000), como presidente da Associação de Dublês de Cinema antes de deixar a organização para seguir seu objetivo: a criação de sua própria companhia produtora, a Rolling Fog Productions, que atualmente tem um filme em produção e diversos outros em desenvolvimento. Ruge é poeta e tem livros publicados, além de também ter escrito várias peças de teatro.
Do início de sua carreira como estilista de grupos de rock, Neill começou a desenvolver sua habilidade de maquiadora e designer. Especializando-se em conceito, desenho e execução, entrou para a indústria cinematográfica e descobriu um dom especial para maquiagens de fantasia e extremas. Esse talento singular a posicionou com destaque entre os filmes fantásticos do início dos anos 1980. Neill criou viajantes espaciais para o primeiro filme Jornada nas Estrelas (Star Trek) e para a comédia de sucesso Heróis Fora de Órbita (Galaxy Quest); vampiros roqueiros para Os Garotos Perdidos (The Lost Boys), de Joel Schumacher e visões fantasmagóricas para a comédia Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice), de Tim Burton, seu primeiro Oscar®. Além disso, ela transformou Robin Williams em uma babá escocesa no filme Uma Babá Quase Perfeita (Mrs. Doubtfire) — o segundo Oscar® de Neill —; Martin Landau no rei do terror Bela Lugosi, no filme Ed Wood (Ed Wood), de Burton (seu terceiro Oscar®); e deu vida a um rol de belas vilãs e super-heróis em Batman – O Retorno (Batman Returns), de Burton e também Batman Eternamente (Batman Forever) e Batman e Robin (Batman & Robin), de Schumacher. Transformou Patricia Arquette em Stigmata (Stigmata), Christine Baranski na namorada sensual do Grinch e criou um Johnny Depp 60 anos mais velho para o filme Profissão de Risco (Blow). Transformou Jude Law num perfeito robô em A.I. Inteligência Artificial (A.I.: Artificial Intelligence), de Steven Spielberg. Em sua filmografia inclui ainda: Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands), de Burton; Matilda (Matilda); Hoffa (Hoffa), de Danny DeVito e Amistad (Amistad), de Steven Spielberg.
Neill continuou sua ilustre carreira com uma variedade de novos personagens que incluem desde uma mulher maníaca de 100 anos de idade em Duplex (Duplex), a seres possuídos em Constantine (Constantine) até os piratas sujos, bêbados e cobertos de cracas que todos adoram da série de filmes Piratas do Caribe. Ela agora está em Londres transformando Johnny Depp no infame barbeiro assassino da rua Fleet para o filme Sweeney Todd.
Nascido e criado em Londres, Samuel e sua mulher Mary moram em Los Angeles.

